quarta-feira, 14 de maio de 2014

"Nove Semanas e Meia", de ELizabeth McNeill - (Quinta Essência)

Nove Semanas e Meia
Elizabeth McNeill

Quebraram todas as regras

Esta é uma história de amor tão pouco frequente, tão apaixonada, tão extrema e tão real que o leitor não pode deixar de seguir, fascinado, o seu desenvolvimento ritual. Duas pessoas cultas, civilizadas e independentes conhecem-se um dia por acaso numa rua de Nova Iorque, um domingo de maio nos anos setenta, e iniciam uma relação que em breve se tornará uma experiência sadomasoquista de rara intensidade.
Desde o início, estabelecem espontaneamente entre eles estímulos sexuais que obedecem a um ritual instintivo de dominação e humilhação, ritual que é aceite primeiro com surpresa e depois com prazer genuíno, pela autora desta história chocante. Naturalmente, à medida que a relação progride, o casal embarca em jogos cada vez mais elaborados e sofisticados que, após nove semanas e meia, conduzem a mulher a uma absoluta falta de controlo do seu corpo e mente.

Imprensa
Artigo da revista New Yorker - «Quem era a verdadeira mulher por detrás de Nove Semanas e Meia?» - http://www.newyorker.com/online/blogs/books/2012/11/who-was-the-real-woman-behind-nine-and-a-half-weeks.html

«Para lembrar aos amadores que o sexo SM pode ser um tema respeitável para um romance, se escrito de forma seca e inteligente.»
Libération

«(…) No cerne da questão de um dos romances mais escaldantes das últimas décadas: o sexo sadomasoquista, sim, claro, mas principalmente o amor que o rodeia, que o autoriza, que até o encoraja.» 
Les Inrocks

«Uma leitura cheia de glamour e intriga.» 
NOVELICIOUS

«Uma história repleta de personagens calorosamente descritas... Não só Veronica mantem a intriga e o ritmo, como também oferece deslumbrantes descrições das paisagens em constante mudança e, particularmente, da ambiência romântica do destino final: Veneza.» 
NEWS (Devon)

Autora
Elizabeth McNeill é o pseudónimo de Ingeborg Day, nascida em Graz, na Áustria, em novembro de 1940, tendo emigrado depois para os Estados Unidos. Suicidou-se em 2011, levando com ela o mistério de uma ligação erótica extrema que ainda fascina o mundo.


Uma imagem entre páginas! (5)


fonte

quarta-feira, 23 de abril de 2014

"Há flores de plástico e gravilha a enterrar a memória" de Paulo Alexandre e Castro

Há flores de plástico e gravilha a enterrar a memória
de Paulo Alexandre e Castro

Edição/reimpressão: 2014
Páginas: 72
Editor: Esfera do Caos
ISBN: 9789896801168
Coleção: Esfera Contemporânea

Excerto do Prefácio de Daniel Serrão:
“Li os poemas deste livro com crescente atenção e concen­trado esforço de os sentir. Poesia sarcástica, cruel, envolvida na obscenidade da morte, no vazio da vida e na difícil mímica do amor. Melhor, nos múltiplos rituais da comuni­cação amo­rosa. Veio-me à ideia Manuel Bandeira, ‘estou farto do lirismo bem comportado’; e a sua teoria do poeta sórdido, ‘aquele em cuja poesia há a marca suja da vida’. Porque é assim a Poesia de Paulo Alexandre e Castro. Um ritmo ondulante, ora lento ora rápido, toma conta de nós e faz-nos sentir o pulsar da transformação em poesia das tais marcas sujas da vida. Mas, por vezes, há um súbito raio de luz e, com muita delicadeza formal, surge um cenário de penetrante análise da vida vivida.”
Daniel Serrão, Médico e Ensaísta

Críticas de imprensa
“As palavras da poesia não têm regras precisas, cânones definidos, ortodoxias impostas; gosta-se, não se gosta. É tudo! Eu gosto do que o autor escreve. Paulo Alexandre e Castro revela essa heterodoxia, heresia e desregramento sobre a morte neste livro que tem o horrível título Há flores de plástico e gravilha a enterrar a memória. Mas é horrível porque é preciso, porque nos dá a verdade que nenhum de nós quer enfrentar. Temos medo, temos dor e em vez de como o autor refletir sobre o medo, a dor da morte, fugimos de tudo isto na esperança vã de jamais sermos apanhados. Mas um dia também teremos a nossa campa de mármore branco, lavada a lixívia com alto grau de pureza, e quem sabe, com flores de plástico e gravilha a enterrar a memória. No fundo, com esta obra podemos ‘aprender’ a morrer, isto é, a valorizarmos a vida que nos foi dada viver.”
Henrique Monteiro, Jornalista, Redactor Principal e ex-Director do jornal Expresso

Sobre o autor
Paulo Alexandre e Castro. É actualmente professor na Universidade do Minho e membro-investigador do Centro de Estudos Humanísticos da mesma universidade e do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa. Autor e co-autor de diversas obras ensaísticas, dedica-se também à arte literária, tendo publicado individualmente o romance Loucura Azul, a peça de teatro Aqui entre Nós e duas obras poéticas: Toda a poesia Nua e Gramática do @mor Tecnológico. Este último género literário valeu-lhe já a distinção «Menção Qualidade Superior» na colectânea de poesia e prosa poética A Traição de Psiquê (2009), assim como o 2º lugar no XXXII Concurso Internacional Literário de São Paulo (Brasil, 2011).
Mais informações sobre o autor na página web:

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Dia Mundial do Livro - 23 de abril


Boas Leituras!

terça-feira, 22 de abril de 2014

"O Jardim das Memórias", um romance envolvente de Amy Hatvany - TOPSELLER


«Uma história de amor palpável, de busca emocional e aceitação, e com um final que nos proporciona uma leitura envolvente e sentida.» - Publishers Weekly

«Um livro que encantará os seus leitores…vívido e escrito com uma imensa profundidade de sentimentos.» - Library Journal

O Jardim das Memórias, um romance envolvente de Amy Hatvany, chega às livrarias nacionais no dia 10 de abril (Topseller I 384 pp I 18,79€). A Topseller disponibiliza os primeiros capítulos para leitura imediata, aqui.
Uma história comovente sobre uma filha em busca do pai.

Quando Eden tinha dez anos, encontrou o pai, David, caído no chão da casa de banho. A tentativa de suicídio conduziu ao divórcio dos pais e David desapareceu quase por completo da sua vida. Vinte anos depois, Eden é uma chef bem-sucedida, mas após uma série de relacionamentos românticos falhados percebe que é tempo de procurar o pai, que se encontra a viver na rua, para poder perdoá-lo e seguir em frente.
A sua busca leva-a até um albergue para sem-abrigo e até Jack Baker, o diretor. Jack convence Eden a fazer trabalho de voluntariado no albergue e, em troca, ajuda-a na sua busca. À medida que Eden e Jack se apaixonam e a sua procura os aproxima de David, Eden vê-se obrigada a enfrentar as suas verdadeiras emoções e a dolorosa pergunta acerca do pai: será que depois de todos aqueles anos ele quer mesmo ser encontrado?
Enquanto Eden não fizer as pazes com o passado, jamais será capaz de abraçar o futuro…

Sobre a Escritora
Escritora norte-americana formada em Sociologia, a experiência académica de Amy Hatvany possibilitou-lhe um grande conhecimento da natureza humana. Nos seus livros aborda diversos temas controversos, incluindo doenças mentais, violência doméstica e alcoolismo.
É autora dos livros The Language of Sisters, Heart Like Mine, Safe With Me e de O Jardim das Memórias, o seu título de maior êxito, que a Topseller se orgulha de publicar. Os seus livros têm sido alvo de grandes elogios por parte da crítica. Saiba mais sobre a autora em www.amyhatvany.com.

"A Paixão de Senna" de Rui Pelejão - Oficina Do Livro

A PAIXÃO DE SENNA
de Rui Pelejão
358 páginas
PVP 17,50€
e-book 12,99 €

A história de um homem que marcou o seu tempo e uma história daquele tempo que também marcou as nossas vidas. Um livro que em que se comemoram 20 anos sobre o desaparecimento de Ayrton Senna, após um acidente fatal no Grande Prémio de Imola, a 1 de Maio de 1994.

Sobre o livro 
Repleto de episódios de bastidores divertidos e polémicos, A Paixão de Senna é, simultaneamente, uma viagem à história do desporto mais perigoso do mundo e um retrato de um ícone do século XX.

No dia 1 de maio de 1994, antes da partida para o Grande Prémio de São Marino, em Imola, o piloto brasileiro Ayrton Senna, referindo-se à perigosíssima curva de Tamburello, dizia: «Ali, se houver um problema, só me resta fazer o sinal da cruz.»

Estas terríveis palavras soariam como uma premonição. Poucos minutos depois, o seu Williams-Renault despistava-se a quase 300 km/h naquela mesma curva. A morte em directo de Ayrton Senna, vista por mais de 700 milhões de telespectadores, marcou para sempre a F1 e uma geração inteira de adeptos.

Este livro relata pormenorizadamente a carreira do piloto, desde os tempos do karting até aos duelos com o rival Alain Prost, e revela o seu lado profundamente humano, com as suas contradições, a sua espiritualidade, os seus amores, as suas aventuras e, também, a sua relação com Portugal.

Sobre o autor
Rui Pelejão nasceu em Lisboa em 1973 e é jornalista especializado em automobilismo. Licenciado em Comunicação Social pelo ISCSP, começou a carreira no Jornal do Fundão. Foi depois redator, chefe de redação e diretor de publicações como Jornal dos Clássicos, Autosport e Volante. Colaborou ainda com o semanário Expresso e a revista Exame. É coordenador e apresentador do programa Volante (da SIC Notícias) e autor do blogue de automóveis e viagens, Grande Turismo.

Entusiasta da Fórmula 1, tem uma predileção pelos falecidos Gilles Villeneuve e Ayrton Senna, sobre o qual escreve este seu primeiro livro.

LER NO CHIADO - Especial Dia Mundial do Livro