quarta-feira, 8 de junho de 2011

Booktrailer - "Antes de Adormecer" de S. J. Watson


Antes de Adormecer
Durante o sono, a minha mente apagará tudo o que fiz hoje. Amanhã acordarei como acordei hoje de manhã. A pensar que ainda sou uma criança. A pensar que tenho toda uma vida de escolhas pela frente... 

As memórias definem-nos. O que acontece se perdermos as nossas memórias sempre que adormecemos? Conheça o romance do ano Antes de Adormecer em www.antesdeadormecer.com

"Simplesmente o melhor romance de estreia que alguma vez li." Tess Gerritsen

A Feira vai até si! Até -60% em todo o catálogo online - Presença

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Obra vencedora do Orange Prize 2010 tem chancela Clube do Autor e já chegou às livrarias

«O livro mais maduro e ambicioso 
que Barbara Kingsolver já escreveu.» Ӏ Washington Post 

Distinguido com o Orange Prize, um dos prémios literários mais prestigiados do Reino Unido e eleito Melhor Livro do Ano por vários jornais de referência, o romance de Barbara Kingsolver foi também finalista do PEN/Faulkner Award. 

Barbara Kingsolver é uma das mais prestigiadas autoras da actualidade. Bióloga de formação, gosta de documentar-se até à exaustão antes de iniciar cada romance e assim foi com este A LACUNA, um romance épico protagonizado por um homem dividido entre dois mundos. 

Filho de mãe mexicana e de pai norte-americano, Harrison Shepherd nasceu nos Estados Unidos. Ainda menino mudou-se com a mãe para o México e foi aí que conheceu Diego Rivera, Frida Kahlo e León Trotsky, o grande líder político que, nessa altura, vivia exilado em terras mexicanas. 

Atravessando um dos períodos negros da história da América e as décadas de 30, 40 e 50 no México, misturando personagens ficcionadas com figuras e acontecimentos históricos, A LACUNA é uma odisseia emocionante, rica e ousada sobre a forma como a História pode marcar o destino de cada um, não obstante as suas melhores intenções. 

Sobre Barbara Kingsolver 
Barbara Kingsolver é autora de sete obras de ficção, entre eles A Bíblia Envenenada (obra vencedora do Prémio Pulitzer) e Verão Pródigo, além de livros de poesia, ensaios e obras de não ficção. Os seus livros já foram traduzidos para mais de 20 línguas. Ao longo da sua carreira, Barbara Kingsolver foi distinguida com inúmeros prémios, fazendo parte da selecção dos «100 Melhores Escritores do Século XX» da Writer’s Digest. 
Tradução: Eugénia Antunes 
PVP: 18,90 € 
494 Páginas

"A Rapariga do Capuz Vermelho" de Sarah Cartwright


Título Original: Red Riding Hood
Autor: Sarah Cartwright
Editora: Suma das Letras
Tradução: Ana Maria Guedes

Sinopse
O coração de Valerie está dividido. Os pais querem que ela case com Henry, o filho do ferreiro, um rapaz gentil. Mas Valerie está apaixonada por Peter, um jovem lenhador de espírito independente e misterioso. O mundo está contra eles, mas os dois jovens apaixonados não imaginam viver um sem o outro e estão dispostos a lutar por isso. 
Tudo muda quando a irmã mais velha de Valerie aparece morta. Suspeita-se do Lobo, uma criatura temível que assombra a floresta em redor da aldeia. É com horror que os habitantes da aldeia descobrem que durante o dia o Lobo assume forma humana e pode ser qualquer um deles. O perigo está à espreita e ninguém está a salvo. 
As vítimas do Lobo não param de aumentar e Valerie começa a suspeitar que o Lobo pode ser uma pessoa muito próxima de si. Ela é a única que consegue ouvir a voz da criatura. E a mensagem do Lobo é muito clara: se Valerie não se render antes de a lua de sangue desaparecer do céu, todos os que ela ama morrerão.

Opinião:
A Rapariga do Capuz Vermelho é um livro baseado no conto tradicional infantil que todos conhecemos e adorámos em criança. Desta vez, temos uma história não para miúdos, mas sim, para os graúdos.

Valerie é uma rapariga que sempre se sentiu diferentes dos outros aldeões. Lucie, a sua irmã mais velha, foi sempre a única pessoa a que Valerie se sentia ligada. Rebelde, corajosa e aventureira, em criança sempre brincou longe das outras raparigas da sua idade. Tinha como melhor amigo Peter, que acabou sendo expulso com os seus pais da aldeia.
Passado anos, Valerie reencontra Peter, o amor e a ligação que sentem um pelo outro floresce. Valerie descobre que os pais querem que ela case com Henry, um rapaz com melhor posição económica e social na aldeia. Peter e Valerie decidem fugir para ficarem juntos, mas a morte da irmã mais velha de Valerie vem mudar o rumo das suas vidas.
Parece que o Lobo “Mau” voltou a atacar e não foram suficientes os sacrifícios regulares para ele não atacar a aldeia.
Descobrem que o lobo de dia assume a forma humana e começam a suspeitar que o Lobo possa ser algum habitante da aldeia.  Partem numa caça ao Lobo e Valerei descobre que consegue ouvir e perceber o que diz o lobo.

A Rapariga do Capuz Vermelho é um livro repleto de acção, mistérios e suspense. Junta-se mais uma vez, o romance ao sobrenatural e um triângulo amoroso que já nos é conhecido. Gostei da ideia em geral, mas não é de todo muito original. 
A história da aldeia e as personagens são interessantes e os inúmeros suspeitos que nos são apresentados como possível Lobo, é, de facto, o que prende o leitor até á ultima página.
A escrita é simples, fluida e cativante, mas infelizmente para mim, não chegou a ser emocionante.
O último capítulo é sem dúvida, o mais comovente e romântico, mas fiquei surpresa, quando cheguei ao último capítulo e li “para ler o último capítulo vá a www.objectiva.pt/araparigadocapuzvermelho/”. 
A ideia não me agradou muito, pois não tem lógica o leitor comprar um livro incompleto.
Porém, espero em breve ver o filme.


3/6- Satisfatório
P.S. Obrigada ao Segredo dos Livros pela oportunidade:)



quinta-feira, 2 de junho de 2011

Novidades Presença (-10%) para a 1ª quinzena de Junho.







"O Tempo Que já Não Viverei" de Fabio Volo

Título Original: Il Tempo Che Vorrei
Autor: Fabio Volo
Editora: Editorial Presença
Colecção: Grandes Narrativas Nº 501
Tradução: Regina Louro

Sinopse: Esta narrativa conta a história de um homem profundamente dividido entre a infância dominada por uma figura paterna ausente e por um constante sentimento de inadequação. Lorenzo, agora adulto, luta ainda por conquistar o amor do pai e o amor de uma mulher. Mas só quando compreender que a maturidade emocional significa assumir os seus afectos, amar e perdoar, conseguirá restabelecer o equilíbrio interior e aceitar-se aceitando os outros. Este novo romance do autor de O Dia Que Faltava já publicado nesta colecção, tem sido aplaudido como a sua obra mais sentida e genuína.

Opinião:
O Tempo Que Já Não Viverei de Fabio Volo é um livro inesquecível, profundo e contagiante. Neste novo romance iremos conhecer Lorenzo, um homem que luta para reconstruir dois grandes amores da sua vida, o amor do seu pai e o amor da mulher que o deixou. 

Ao recordar a sua infância difícil e a relação com um pai ausente, pouco comunicativo e sentimental, apercebe-se que tal como o pai, também ele próprio, poucos sentimentos demonstrou ao longo da sua vida. O tempo passa veloz e Lorenzo depara-se com a possibilidade de perder o seu pai e de nunca terem falado de homem para homem, de poder demonstrar o quanto o estima e o quanto, mesmo sendo adulto, carece do seu apoio. Quando compreendeu que amava a mulher que o deixou e que a queria ao seu lado, descobre que ela está prestes a casar com outro homem. 
Lorenzo terá de aprender a exprimir os seus sentimentos e emoções, para recuperar o tempo que desperdiçou e as oportunidades que deitou fora. 

Fiquei completamente rendida e emocionada com este romance. Fabio Volo leva-nos numa magnífica viagem em busca dos sentimentos mais profundos, do amor e das oportunidades perdidas. 
Repleto de momentos divertidos e românticos, mas também tristes e perturbadores. Desperta-nos constantemente emoções e prende-nos logo na primeira página. Uma leitura envolvente e profunda, que nos mostra que o tempo não volta atrás e como é importante agarrar os momentos únicos. 

Um livro intenso, que relembra a beleza e a veracidade de uma relação entre pai e filho. Contado na primeira pessoa, com uma escrita cativante, fluida e comovente. Para os mais sensíveis (assim como eu) podem mesmo derramar uma lagrimazinha. Um final que nos deixa surpresos, pela imprevisibilidade e intensidade. 

Este foi o primeiro livro que li do autor e seguramente não será o último. 
Recomendo Vivamente.

6/6 - Excelente